DIA MUNDIAL DO CÂNCER

Saiba identificar os sintomas e sinais do câncer infanto-juvenil e ajude a salvar vidas

Jônathas Oliveira/Assim CONTER - com informações do INCA
03/02/2017
DIA MUNDIAL DO CÂNCER

É difícil e doloroso expressar o sofrimento que o câncer traz na vida de uma pessoa. Por isso, para sensibilizar a população sobre a doença foi criado, em 4 de fevereiro de 2005, o Dia Mundial do Câncer.

Para reforçar o cuidado, além da atuação de excelentes profissionais e dos procedimentos médicos adequados, os pacientes precisam de muito amor.

O tema preocupa: de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a doença mata 8,3 milhões de pessoas por ano no mundo e é a principal causa de morte por enfermidades em crianças e adolescentes.

Por isso, neste ano, a campanha do Instituto vai alertar a população sobre o câncer infanto-juvenil, para que as pessoas fiquem alerta sobre os sinais e sintomas. Tudo isso porque um diagnóstico feito com antecedência pode ser a diferença no tratamento.

Para a presidente do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), Valdelice Teodoro, os profissionais das técnicas radiológicas são peças fundamentais na luta contra o câncer.

“Nossas técnicas guiam os olhos dos médicos. Os radioterapeutas, por exemplo, quebram o núcleo da célula cancerígena por meio das radiações ionizantes. É impossível dissociar nossos profissionais dessa luta contra o câncer. Queremos crescer e melhorar diariamente em prol da saúde das pessoas”, defende a diretora, que trabalhou por mais de 20 anos na área da Radioterapia.

Ainda em 2016, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a Fundação do Câncer e o CONTER certificaram especialistas em Radioterapia. Agora, esses profissionais serão reconhecidos pelo CONTER e estarão prontos para atender a população de 63 municípios, em 23 estados, que fazem parte do Programa de Expansão da Radioterapia no SUS.

Fique de olho nos sinais e sintomas das crianças

Os cânceres infanto-juvenis crescem mais rapidamente do que os dos adultos e tornam-se invasivos, porém, respondem melhor ao tratamento. Por isso, toda a atenção pode fazer a diferença. Veja a tabela a seguir e, caso note algum problema, procure ajuda profissional.



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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