COMPORTAMENTO

Conselho Nacional investe em formação humanizada para melhorar bem-estar e produtividade de servidores

Ascom CONTER
03/12/2018
COMPORTAMENTO

As instituições são feitas de pessoas. Existe toda a parte de infraestrutura, equipamentos e de tecnologia que também é importante para o funcionamento qualquer serviço. Entretanto, sem servidores nenhuma estrutura funciona. Seja no setor público, seja no setor privado.

Neste ano, a diretoria executiva do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) criou um setor específico de Recursos Humanos para gerenciar, cuidar e fazer o acompanhamento das pessoas que trabalham na autarquia. Até então, o RH ficava submetido a outro departamento.

“Nas primeiras semanas a frente da gestão, senti que a gente precisava dar mais atenção aos aspectos humanos dos processos de trabalho, para melhorar nossa produtividade e ter melhores índices de satisfação profissional. Criamos o RH e, em pouco tempo, sentimos a diferença que esse tipo de política faz”, conta o presidente do CONTER Manoel Benedito Viana Santos.



Além de organizar os recursos humanos do CONTER, a tecnóloga em RH Grasielly Oliveira, admitida no último concurso público da autarquia, tem adotado práticas inovadoras na gestão do setor. “Na semana passada, realizamos duas palestras para as funcionárias e os funcionários, com foco no autoconhecimento e na construção da felicidade. O resultado é o desenvolvimento do Conselho de Radiologia”, diz.

Os treinamentos foram realizados pela especialista em administração pública, master coach e analista de perfil comportamental Lana Portela e pelo coach Rodrigo Romero, MBA em gestão empresarial e veterano do mercado financeiro, com atuação em instituições como os bancos HSBC, Fiat, Itaú e Safra. Antes dos treinamentos, os servidores fizeram uma análise comportamental e, após a atividade, receberam o feedback do perfil profissional.



Esse conjunto de ações é baseado em técnicas avançadas de neurociências e ajuda o ser humano a resolver questões que impedem o desenvolvimento ou atrapalham relacionamentos interpessoais. A assistente administrativa Ana Maria Queiroz Souza afirma que amou as descobertas que fez.  “Acredita que eu não me conhecia muito bem? As palestras me ajudaram a entender melhor tanto o meu próprio perfil comportamental quanto os dos meus colegas de trabalho”, analisa.

Bárbara Rodrigues da Silva Cabral também considerou as palestras bastante positivas. No órgão desde 2009, ela destaca a importância do autoconhecimento para uma convivência harmoniosa entre os funcionários.  “Ao identificar o meu tipo de perfil, a diretoria passa a poder me avaliar de maneira mais adequada, além de me ajudar a saber lidar melhor com as personalidades dos outros”, afirma a assistente administrativa, referindo-se à apresentação de Rodrigo Romero.   

Além das funcionárias da secretaria executiva, a equipe de recepção também elogiou a atividade. “Por conta da ansiedade, muitas vezes focamos no futuro, os pensamentos depressivos nos prendem no passado e os palestrantes nos ensinaram como focar no presente”, avalia o recepcionista Maycon Willian, que considera o cuidado com a mente necessário para a saúde dos funcionários.